quinta-feira, 6 de junho de 2013

Largou a faculdade?! Calma, um dia todo mundo volta...



Steve Jobs, Universidade de Stanford, EUA, 2005
https://www.youtube.com/watch?v=s9E6XfJPAMM

Eu adoro ser professor. Posso escrever, dar consultoria, ser gestor educacional, mas a atividade que eu gosto mesmo é dar aulas. Nada substitui uma boa turma, um bom tema, um professor que sabe gerir a orquestra. Quando tudo converge para uma aula sublime é dionisíaco. Várias vezes me perguntam sobre o papel do professor hoje (entre nós... acho a pergunta um porre!). Não somos mais o fim e sim o meio. Não quero ser lembrado como aquele professor da pergunta do Fantástico: ô celebridade, fale o nome de um professor que te marcou? Não quero ser este cara. O Google é uma maravilhosa invenção não porque é o Google, mas sim por causa dos lugares onde ele te possibilita ir. Ninguém bate foto do guia turístico que te leva ao Grand Canyon por mais que ele seja comunicativo. Gosto mais quando um colega coordenador me diz que contratou um professor sem saber que foi meu aluno e o cara é bom. É o máximo de vaidade que me permito: formar professores. Qual o papel do professor hoje então? A resposta é simples. Não é papel. É touchscreen.

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